inteligência artificial | MAIS DADOS DIGITAL

Presente em 37% das empresas americanas, de acordo com a Salesforce, a inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) começa a conquistar o mercado brasileiro. Só na indústria, a previsão é de que soluções de robotização estejam em 15% dos negócios nos próximos dez anos, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Entre as opções mais utilizadas estão os chatbots, robôs de atendimento que trazem uma série de benefícios, como destaca Carlos Alberto D’Avila, diretor de desenvolvimento da Ellevo. A empresa é parceira da IBM no projeto Watson, um dos mais famosos no segmento, e desenvolve soluções baseadas em IA.

O executivo lista três mudanças que essa tecnologia proporciona aos negócios:

1. Reforço das áreas estratégicas

Uma das questões mais importantes da Inteligência Artificial é que ela substitui a atuação humana em algumas situações. E isso não pode ser visto de forma negativa. “Muita gente acha que está vivendo em um filme de ficção científica em que as máquinas dominam o mundo. Na verdade, o que ocorre é que neste processo as pessoas deixam de realizar tarefas repetitivas, que podem ser resolvidas rapidamente, com mais agilidade. Isso significa, por exemplo, que o chatbot vai responder as dúvidas mais frequentes dos clientes enquanto a equipe poderá focar em estratégias para melhorar a atuação. Ou seja: mais eficiência aos processos”, explica D’Avila.

2. Aumento no faturamento

Já está comprovado que a tecnologia ajuda a melhorar a situação financeira das empresas. Uma pesquisa da Accenture mostrou, por exemplo, que o uso da AI pode elevar em 41% o faturamento do varejo em cinco anos. “Esse dado foi baseado na realidade de quem já usa os recursos. Destaco aqui o aumento da produtividade como uma das questões que contribuem para o resultado. Sua equipe não perde mais tempo pesquisando informações em um banco de dados – o sistema faz isso por ela”, exemplifica.

3. Tomada de decisão assertiva

Sua empresa optou por um chatbot na área de atendimento ao cliente. Além de garantir agilidade no setor, existem outros ganhos. “Um deles é ter dados confiáveis para a mensuração do trabalho. Um recurso de inteligência artificial nada mais é do que um imenso banco de dados, que pode ser alimentado diariamente e consultado rapidamente. Com ele, em poucos minutos é possível visualizar informações estratégicas antes não avaliadas ou sequer registradas. Assim, a empresa tem uma tomada de decisão eficaz e ainda ganha em competitividade”, comenta o diretor.

Organize para implantar

Antes de recorrer a um projeto de AI, no entanto, é preciso ter um escopo bem definido de como ela será utilizada. “Para isso, procure uma empresa de confiança que irá ajudá-lo a organizar processos, avaliar a melhor forma de implantação. Um recurso de AI funciona da mesma forma que um sistema de gestão mais tradicional: só dará resultado se a equipe ligada a ele estiver também preparada para usá-lo”, finaliza.

Os olhos de todos estão brilhando frente às possibilidades do 5G. A tecnologia transmite frequências entre antenas e usuários através de ondas eletromagnéticas curtas e altas, o que permite mais rapidez e quantidade de dados enviados. Para isso, será preciso maior número de antenas transmissoras espalhadas.  

A velocidade deve chegar a ser 20 vezes maior que a do tecnologia do 4G. Com isso, o 5G facilita a exploração de maiores possibilidades trazidas pela inteligência artificial e robótica. Em parte porque elimina a latência, aquele delay entre envio e recepção na transmissão. No 4G, a latência tem duração média de 30 milissegundos. O 5G deve reduzi-la para 1 milisegundo.

Com isso, será possível realizar sonhos de futuro tão esperados como: 

– Carros autônomos, sem robôs e com sensores de trânsito.

– Cirurgias remotas com altíssima precisão.

– Automatização de colheitas através de tratores inteligentes.

– Transporte e distribuição robotizada em portos e aeroportos.  

– Drones cada vez mais presentes no monitoramento e transmissão de informações operacionais.

– Proliferação de eletrodomésticos e equipamentos inteligentes. A conexão entre os produtos da sua casa vai notificar você de atualizações, integrações e aquisições necessárias antes que você mesmo perceba. Situação semelhante ao que acontece com sistemas operacionais de celulares e computadores. 

Já imaginou a quantidade de dados de consumidores, usuários, colaboradores e clientes que serão distribuídos e trocados nesse novo contexto?

Guerra por dados

São exatamente os dados que estão no centro da disputa comercial para implantação do 5G em todo o planeta. O governo dos Estados Unidos acusa a Huawei de ceder ao governo Chinês dados adquiridos através de inteligência artificial.

5G no Brasil entre EUA e China

Além de EUA, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Japão, Estados Unidos, Itália, França, República Tcheca, Polônia, Estônia, Romênia, Dinamarca, Letônia, Grécia e Suécia também baniram a Huawei. A Suécia é o país da Ericsson, rival da Huawei. Ao lado das duas, a finlandesa Nokia forma o time das principais empresas fornecedoras de insumos tecnológicos a empresas de todo o mundo. Insumos necessários também para que as principais operadoras do Brasil, Vivo, Claro, TIM e Oi, ofereçam seus serviços aos consumidores. Aliado dos EUA, o Brasil tem sido pressionado a romper relações com a Huawei. O país ainda não realizou licitação para o controle das frequências destinado à conexão 5G.

Dá para perceber que a internet das coisas vai sofrer uma revolução sem precedentes. Mais que comunicação, o 5G é uma questão de infraestrutura. A recém implementada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) será, mais que nunca, importante nessa cruzada entre mercado, poder público e interesse do consumidor, principalmente por envolver empresas e dados de várias partes do mundo.

Precisa de orientação sobre a LGPD? Converse com nosso time de especialistas da Mais Dados Digital.  

“Cada vez mais, todas as empresas são uma empresa de tecnologia”, Dinis Couto , gerente geral de clientes corporativos da Microsoft para a América Latina – a Mais Dados concorda e também trabalha para que isso ocorra

A Inteligência Artificial já deixou de ser parte do imaginário de filmes e livros de ficção há mais de uma década, mas ainda é vista como algo distante. Isso, apesar de já estar no nosso cotidiano em áreas como saúde, direito e análise de dados. Agora, ela se dissemina em velocidade cada vez mais acelerada e se adapta ao mundo dos negócios. 

A computação cognitiva hoje gera uma gama de funções automáticas, integradas à Internet das Coisas (IoT), Redes Sociais e análises preditivas de dados organizacionais o que, somado à capacidade de “aprendizagem”, possibilita que esses sistemas interajam e auxiliem usuários de maneiras que eram inimagináveis até pouco tempo atrás. 

Como exemplo, os produtos Microsoft já oferecem à grande parcela da população e de empresas o editor de textos Word, o Skype e o próprio Windows, além de outras aplicações de armazenamento em nuvem (cloud computing), tradutores de texto, etc. 

Se você não tinha reparado, sim, todas estas aplicações já contemplam a inteligência das máquinas para ajudar a resolver diferentes problemas e a tomada decisões. 

Agora, a toda velocidade

Atualmente, vivenciamos ainda ciclos mais curtos de mudanças.  As atualizações ocorrem, de no máximo de três em três anos. Enquanto antigamente uma novidade surgia a cada 20 ou 25 anos. E isso, de acordo com Couto, é o que dificulta o entendimento e a adaptação de muitas pessoas às possibilidades trazidas pela inteligência artificial. 

“Lembro que não há muito tempo, um novo Windows era lançado a cada dois, três anos. Hoje, não passamos mais que três meses sem atualizar o sistema”, destacou ele.

Desta forma, também no mundo dos negócios se incorporam a mais variadas formas de inteligência artificial, que pode ser aplicada em diferentes áreas e em qualquer tipo de organização. Já está em uso uma plataforma de solução avançada de gestão de dados.

Esta inteligência é capaz de se conectar à todas as suas fontes de dados, como ERPs, para analisar informações e apresentar resultados altamente fiéis que apoiem gestores na tomada de decisão.

Com seu uso, empresas podem viabilizar estratégias de rastreabilidade de informações, desenvolvimento e deploy de algoritmos de machine learning, ajudando em suas previsões e também projetos de visão computacional e processamento de linguagem natural.

Ou seja, você obtém, entende e interpreta dados de toda a empresa e reúne, em um só lugar, análises e informações para uma tomada de decisão em velocidade surpreendente.

E toda essa evolução não é privilégio de grandes corporações. Existem soluções tanto em equipamentos quanto em softwares que podem ser adaptados a pequenas e médias empresas sem pesar no orçamento da TI. Ao final, toda a empresa se beneficia da agilidade e insights conquistados pela mudança.

Como começar

Entre em contato com a Mais Dados e conheça  soluções e produtos que te ingressarão em nosso novo mundo, mais inteligente e automatizado para você ter tempo de tomar as decisões que guiam sua empresa rumo ao sucesso.

Os negócios no mundo digital têm avançado rapidamente por meio de inovações tecnológicas como inteligência artificial (I.A), Internet das Coisas (IoT) e nuvem de serviços (Cloud). Tudo isso segue em uma escalada de processamento de dados em grandes volumes (Big Data) e raciocínio sistemático (Analytics) que podem ser traduzidos de forma simples como processos e resultados rápidos para tomada de decisões.

Esta velocidade nos dados consolidados e informações seguras são atualmente um dos pilares na redução de custos e tempo nas empresas que estão evoluindo, garantindo ajustes milimétricos em operações decisivas que exigem cada vez mais respostas rápidas e resultados de excelência.

Decisões, custos e uma atuação objetiva dependem de dados mas também envolvem pessoas, custos, sistemas e principalmente a segurança, logo a organização e orquestração dos dados são fundamentais para qualquer empresa que busca resultados e maior desenvolvimento. É desejável que boas práticas sejam seguidas na composição, estruturação e procedimentos tecnológicos nas empresas. Mas esses esforços por si só não são suficientes para garantir que se tenha uma estrutura robusta, segura, resiliente e eficaz operacionalmente.

É preciso também que os colaboradores, usuários e parceiros da empresa desenvolvam-se continuamente, sendo isso fundamental para atender às crescentes exigências e à complexidade cada vez maior do mundo digital. Desenvolvimento digital significa o aumento do fluxo de informações, gerenciamento dos dados e conhecimento técnico de aplicações, conformidade e soluções tecnológicas.

No atual cenário nacional, três importantes papéis – Controlador, Operador e Encarregado – estão sendo introduzidos na legislação brasileira com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O entendimento destes novos interlocutores dentro das empresas e suas respectivas atribuições legais são essenciais para gerir os dados e compreender como a nova legislação vai gerar impactos nos negócios de sua empresa.

Há décadas, empresas brasileiras seguem utilizando recursos tecnológicos de forma errada e fazendo consumo de soluções, produtos e sistemas sem princípios estruturais e de conformidade. Os departamentos e profissionais de TI muitas vezes foram ignorados mas também negligenciaram contratos e acordos com fabricantes, engavetaram sem qualquer critério responsabilidades contratuais que são de todos.

A falta de alinhamento e entendimento diretivo com possibilidades tecnológicas e investimentos é ainda um grande tabu. Temos aquisições e implantação de sistemas baseados em custos, mas desconsiderando qualidade, segurança e principalmente conformidade. Ou seja, investimentos baseados apenas na necessidade pontual e custos sem análises de médio e longo prazo sobre perdas financeiras ou de retorno, entre outros.

A MAIS DADOS DIGITAL convida seus clientes e parceiros a desenvolver seus negócios com soluções inteligentes e um planejamento diferenciado, sua performance e resultado são consequências do amadurecimento digital e inovações que você pode construir conosco.


Gustavo Rodrigues | Arquiteto de Soluções na MAIS DADOS

Que os dados são como o petróleo da velha economia, todos nós já sabemos. Atualmente, são eles que orientam a tomada de decisão no mundo dos negócios.

Com o objetivo de organizar este cenário e proteger a privacidade da população brasileira, foi sancionada, em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Inspirada na legislação europeia, – GDPR (General Data Protection Regulation) – a regulamentação local tem como objetivo aumentar o controle do fluxo de informações pessoais nas organizações e fiscalizar a forma como elas são utilizadas.

Assim que anunciada, a LGPD chamou a atenção do mercado, que agora tem prazo para se adequar: agosto de 2020. O processo não é simples e as multas por não atendimento à regulamentação são milionárias. Por outro lado, a implementação da nova lei pode gerar grandes frutos para as organizações e a sociedade como um todo, mas acredito que algumas empresas ainda não enxergam este cenário desta forma. Pensando nisso, listei 5 motivos que comprovam como a adequação à lei pode ser benéfica para o seu negócio:


Fonte: IT Fórum 365

Os negócios no mundo digital têm avançado rapidamente por meio de inovações tecnológicas como inteligência artificial (I.A), Internet das Coisas (IoT) e nuvem de serviços (Cloud). Tudo isso segue em uma escalada de processamento de dados em grandes volumes (Big Data) e raciocínio sistemático (Analytics) que podem ser traduzidos de forma simples como processos e resultados rápidos para tomada de decisões.

Esta velocidade nos dados consolidados e informações seguras são atualmente um dos pilares na redução de custos e tempo nas empresas que estão evoluindo, garantindo ajustes milimétricos em operações decisivas que exigem cada vez mais respostas rápidas e resultados de excelência.

Decisões, custos e uma atuação objetiva dependem de dados mas também envolvem pessoas, custos, sistemas e principalmente a segurança, logo a organização e orquestração dos dados são fundamentais para qualquer empresa que busca resultados e maior desenvolvimento. É desejável que boas práticas sejam seguidas na composição, estruturação e procedimentos tecnológicos nas empresas. Mas esses esforços por si só não são suficientes para garantir que se tenha uma estrutura robusta, segura, resiliente e eficaz operacionalmente.

É preciso também que os colaboradores, usuários e parceiros da empresa desenvolvam-se continuamente, sendo isso fundamental para atender às crescentes exigências e à complexidade cada vez maior do mundo digital. Desenvolvimento digital significa o aumento do fluxo de informações, gerenciamento dos dados e conhecimento técnico de aplicações, conformidade e soluções tecnológicas.

No atual cenário nacional, três importantes papéis – Controlador, Operador e Encarregado – estão sendo introduzidos na legislação brasileira com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O entendimento destes novos interlocutores dentro das empresas e suas respectivas atribuições legais são essenciais para gerir os dados e compreender como a nova legislação vai gerar impactos nos negócios de sua empresa.

Há décadas, empresas brasileiras seguem utilizando recursos tecnológicos de forma errada e fazendo consumo de soluções, produtos e sistemas sem princípios estruturais e de conformidade. Os departamentos e profissionais de TI muitas vezes foram ignorados mas também negligenciaram contratos e acordos com fabricantes, engavetaram sem qualquer critério responsabilidades contratuais que são de todos.

A falta de alinhamento e entendimento diretivo com possibilidades tecnológicas e investimentos é ainda um grande tabu. Temos aquisições e implantação de sistemas baseados em custos, mas desconsiderando qualidade, segurança e principalmente conformidade. Ou seja, investimentos baseados apenas na necessidade pontual e custos sem análises de médio e longo prazo sobre perdas financeiras ou de retorno, entre outros.

A MAIS DADOS DIGITAL convida seus clientes e parceiros a desenvolver seus negócios com soluções inteligentes e um planejamento diferenciado, sua performance e resultado são consequências do amadurecimento digital e inovações que você pode construir conosco.


Gustavo Rodrigues | Arquiteto de Soluções na MAIS DADOS

Faltando poucos meses para entrar em vigor, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vem sendo melindrada pelo risco de cair em um impasse regulatório. E a lista de desafios para a nova legislação é extensa já que a indefinição em torno do processo de criação do órgão do Governo Federal está no epicentro da pauta.

Estamos falando da futura Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), cuja atribuição será regular as atividades de coleta e tratamento de dados pessoais no setor público e privado do país.

A ANPD é ainda um órgão da administração pública federal do Brasil que faz parte da Presidência e possui atribuições relacionadas à proteção de dados pessoais e da privacidade e, sobretudo, deve realizar a fiscalização do cumprimento da Lei nº 13.709/2018, conhecida como LGPD.*

A criação da agência é acompanhada de perto pelos agentes do mercado que se preocupam com a forma de vigilância que passará vigorar já que ela terá como as principais funções:

Não há sinais certos de quando a ANPD deverá ser constituída, pois depende da aprovação nos poderes legislativos. Entretanto, este espaço tem sido preenchido, em certas escalas, por órgãos como a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, a Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial do MP do Distrito Federal, além do Procon.

Em Resumo, ela não terá somente papel institucional, mas também irá resguardar mobilizações da sociedade civil organizada pela proteção de dados. Em situações como vazamento de informações pessoais em cartórios, empresas de telefonia ou plataformas digitais – passarão a ser fiscalizados pelo órgão.

O cidadão comum passa a ter um representante legal para reivindicar direitos sob o ordenamento da Justiça de dados e privacidade. Mas, em meio a tanta desconfiança em torno de toda a situação legal da proteção de dados, resta saber se o problema será solucionado em tempo hábil para afastar o risco da insegurança jurídica. O mercado então se preocupa com quem vigiará os vigilantes. E você já pensou nisso?

*Informações retiradas do portal Wikipédia.

A CES 2020 aconteceu nos dias 7 e 8 de janeiro e é uma das maiores feiras tecnológicas que existem. O evento foi sediado em Las Vegas e contou com a presença de mais de 150 mil pessoas do mundo inteiro que se interessam por tecnologia empresarial.

Displays, carros autônomos, análises de dados e até Inteligência artificial foram novidades marcantes na feira. Dentre todas elas, uma tecnologia muito conhecida por nós da Mais Dados Digital estava sempre presente. O sistema de armazenamento de dados cloud computing esteve por trás de boa parte dos avanços tecnológicos apresentados na CES 2020, trazendo para as inovações do ramo tecnológico o suporte exato para que elas aconteçam de forma mais eficiente.

Isso porque a maioria dispositivos empregam o sistema como suporte para gerir suas funções de processamento de dados. Exemplo disso são os assistentes digitais que usam a computação em nuvem para processamento de back-end, os wearables, as TVs inteligentes, os sistemas de direção autônomos, os dispositivos de rastreamento e até os utensílios de cozinha inteligentes. Todos eles devidamente abarcados por um sistema cloud computing.

E o que isso mostra? É a comprovação de que o boa parte dos serviços de consumo tornou a tecnologia cloud computing mais do que atraente para a maioria das pessoas (e das empresas) – tanto para o próprio produto quanto como parte da fabricação, logística ou vendas.

Dito isso, podemos afirmar que todos os provedores de tecnologia creem que as suas soluções são as principais de todo o mercado. É preciso que essa inovação construa coisas novas, e misturar tecnologia e criar novas ferramentas será a grande tendência. Cloud computing é um sistema para tecnologias emergentes e também para as já existentes; é um ambiente único.

Impactos na economia

Mudando um pouco de assunto, mas ainda para testificar a importância da presença dessa tecnologia no meio empresarial, recentemente alguns executivos foram entrevistados pelo estudo “Tendências para Transformar Sua Empresa em 2020”, realizado pela CI&T – empresa especializada em transformação digital, em parceria com a Opinion Box.

O estudo tinha como objetivo saber como eles avaliam as tecnologias e o impacto delas em suas empresas. O resultado foi que a cloud computing será uma das principais responsáveis pelo crescimento dos negócios neste ano de 2020, juntamente com a IoT (Internet of Things – ou Internet das Coisas), a inteligência artificial e os assistentes virtuais.

Se está pensando em incluir o sistema de cloud computing no cotidiano da sua empresa, basta agendar uma reunião com a Mais Dados Digital para conhecer nossas ofertas e produtos.

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