Big Data | MAIS DADOS DIGITAL

Os negócios no mundo digital têm avançado rapidamente por meio de inovações tecnológicas como inteligência artificial (I.A), Internet das Coisas (IoT) e nuvem de serviços (Cloud). Tudo isso segue em uma escalada de processamento de dados em grandes volumes (Big Data) e raciocínio sistemático (Analytics) que podem ser traduzidos de forma simples como processos e resultados rápidos para tomada de decisões.

Esta velocidade nos dados consolidados e informações seguras são atualmente um dos pilares na redução de custos e tempo nas empresas que estão evoluindo, garantindo ajustes milimétricos em operações decisivas que exigem cada vez mais respostas rápidas e resultados de excelência.

Decisões, custos e uma atuação objetiva dependem de dados mas também envolvem pessoas, custos, sistemas e principalmente a segurança, logo a organização e orquestração dos dados são fundamentais para qualquer empresa que busca resultados e maior desenvolvimento. É desejável que boas práticas sejam seguidas na composição, estruturação e procedimentos tecnológicos nas empresas. Mas esses esforços por si só não são suficientes para garantir que se tenha uma estrutura robusta, segura, resiliente e eficaz operacionalmente.

É preciso também que os colaboradores, usuários e parceiros da empresa desenvolvam-se continuamente, sendo isso fundamental para atender às crescentes exigências e à complexidade cada vez maior do mundo digital. Desenvolvimento digital significa o aumento do fluxo de informações, gerenciamento dos dados e conhecimento técnico de aplicações, conformidade e soluções tecnológicas.

No atual cenário nacional, três importantes papéis – Controlador, Operador e Encarregado – estão sendo introduzidos na legislação brasileira com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O entendimento destes novos interlocutores dentro das empresas e suas respectivas atribuições legais são essenciais para gerir os dados e compreender como a nova legislação vai gerar impactos nos negócios de sua empresa.

Há décadas, empresas brasileiras seguem utilizando recursos tecnológicos de forma errada e fazendo consumo de soluções, produtos e sistemas sem princípios estruturais e de conformidade. Os departamentos e profissionais de TI muitas vezes foram ignorados mas também negligenciaram contratos e acordos com fabricantes, engavetaram sem qualquer critério responsabilidades contratuais que são de todos.

A falta de alinhamento e entendimento diretivo com possibilidades tecnológicas e investimentos é ainda um grande tabu. Temos aquisições e implantação de sistemas baseados em custos, mas desconsiderando qualidade, segurança e principalmente conformidade. Ou seja, investimentos baseados apenas na necessidade pontual e custos sem análises de médio e longo prazo sobre perdas financeiras ou de retorno, entre outros.

A MAIS DADOS DIGITAL convida seus clientes e parceiros a desenvolver seus negócios com soluções inteligentes e um planejamento diferenciado, sua performance e resultado são consequências do amadurecimento digital e inovações que você pode construir conosco.


Gustavo Rodrigues | Arquiteto de Soluções na MAIS DADOS

Os negócios no mundo digital têm avançado rapidamente por meio de inovações tecnológicas como inteligência artificial (I.A), Internet das Coisas (IoT) e nuvem de serviços (Cloud). Tudo isso segue em uma escalada de processamento de dados em grandes volumes (Big Data) e raciocínio sistemático (Analytics) que podem ser traduzidos de forma simples como processos e resultados rápidos para tomada de decisões.

Esta velocidade nos dados consolidados e informações seguras são atualmente um dos pilares na redução de custos e tempo nas empresas que estão evoluindo, garantindo ajustes milimétricos em operações decisivas que exigem cada vez mais respostas rápidas e resultados de excelência.

Decisões, custos e uma atuação objetiva dependem de dados mas também envolvem pessoas, custos, sistemas e principalmente a segurança, logo a organização e orquestração dos dados são fundamentais para qualquer empresa que busca resultados e maior desenvolvimento. É desejável que boas práticas sejam seguidas na composição, estruturação e procedimentos tecnológicos nas empresas. Mas esses esforços por si só não são suficientes para garantir que se tenha uma estrutura robusta, segura, resiliente e eficaz operacionalmente.

É preciso também que os colaboradores, usuários e parceiros da empresa desenvolvam-se continuamente, sendo isso fundamental para atender às crescentes exigências e à complexidade cada vez maior do mundo digital. Desenvolvimento digital significa o aumento do fluxo de informações, gerenciamento dos dados e conhecimento técnico de aplicações, conformidade e soluções tecnológicas.

No atual cenário nacional, três importantes papéis – Controlador, Operador e Encarregado – estão sendo introduzidos na legislação brasileira com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O entendimento destes novos interlocutores dentro das empresas e suas respectivas atribuições legais são essenciais para gerir os dados e compreender como a nova legislação vai gerar impactos nos negócios de sua empresa.

Há décadas, empresas brasileiras seguem utilizando recursos tecnológicos de forma errada e fazendo consumo de soluções, produtos e sistemas sem princípios estruturais e de conformidade. Os departamentos e profissionais de TI muitas vezes foram ignorados mas também negligenciaram contratos e acordos com fabricantes, engavetaram sem qualquer critério responsabilidades contratuais que são de todos.

A falta de alinhamento e entendimento diretivo com possibilidades tecnológicas e investimentos é ainda um grande tabu. Temos aquisições e implantação de sistemas baseados em custos, mas desconsiderando qualidade, segurança e principalmente conformidade. Ou seja, investimentos baseados apenas na necessidade pontual e custos sem análises de médio e longo prazo sobre perdas financeiras ou de retorno, entre outros.

A MAIS DADOS DIGITAL convida seus clientes e parceiros a desenvolver seus negócios com soluções inteligentes e um planejamento diferenciado, sua performance e resultado são consequências do amadurecimento digital e inovações que você pode construir conosco.


Gustavo Rodrigues | Arquiteto de Soluções na MAIS DADOS

A utilização cada vez mais necessária de ferramentas que imprimam mais agilidade e produtividade às empesas, como a adoção de plataformas em nuvem, internet das coisas, virtualização de rede, big data, elevam as empresas a outros patamares de eficiência, mas, ao mesmo tempo, abrem portas que se não fechadas a tempo podem causar danos graves ou até mesmo o fechamento do negócio. Se antigamente a segurança digital era uma preocupação apenas das grandes corporações, hoje ela é uma realidade – necessária – também das pequenas e médias empresas (PME´s)

Estudo da Aliança Nacional de Cyber Segurança nos EUA afirma que seis em cada 10 PME´ não conseguem manter as portas abertas depois de um incidente de segurança. Portanto, investir em cibersegurança é o primeiro passo dentro de uma estratégia que visa aumentar a eficiência dos negócios, evitando impactos críticos e prejuízos no futuro.

Não importa o tamanho da empresa, cibercriminosos vão aproveitar qualquer superfície exposta para criar um ambiente de risco. Os ataques estão se tornando mais frequentes, às vezes mortais às empresas, exigindo das organizações uma mudança de cultura sobre os investimentos em cibe segurança.

O pequeno e médio empresário pensa não ser um alvo porque não movimenta milhões em faturamento, no entanto, por não contar com os recursos para proteger seus ambientes, se tornam alvos fáceis.

Proteja sua empresa!

Monitorar e controlar o acesso à internet e ao e-mail

Websites maliciosos e e-mails são os principais vetores de contaminação de dispositivos e comprometimento de dados pessoais. Adotar soluções de monitoramento e controle de acesso à internet e ao e-mail é uma tática eficaz que pode evitar boa parte das ameaças digitais. Por meio dessas soluções, as pequenas e médias empresas podem definir o que pode ser acessado, quando e por quem, além disso essas soluções contam com bases de dados com as ameaças conhecidas que são atualizadas continuamente por redes de inteligência globais, impedindo acesso a links, anexos e sites que sejam classificados como perigosos.

Utilizar um antivírus pago

Pode parecer uma solução prosaica, mas utilizar um antivírus pago é o primeiro passo para proteger os dispositivos – ou endpoint no jargão técnico – de ameaças conhecidas ou não. As soluções gratuitas oferecem proteção muito básica contra um conjunto reduzido de ameaças já conhecidas, diferentemente das pagas que já incluem recursos avançados de varredura e e-mail, arquivos, downloads e até análise de programas em execução no endpoint.

Adotar gestão na Nuvem

Adotar serviços em nuvem pode ser uma boa alternativa às pequenas e médias empresas. Normalmente essas plataformas já têm recursos de segurança “built-in”, redundância e alta disponibilidade. Ter, por exemplo, e-mails e arquivos armazenados em nuvem pode evitar um desastre caso o ambiente interno da empresa seja comprometido. No entanto, é preciso saber que toda a segurança proposta por serviços em nuvem cai por terra se o usuário não levar em consideração nossa próxima dica, o uso correto de senhas.

Política de uso de senhas e usuários

Neste ano, o Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido descobriu que mais 23 milhões de contas ainda utilizavam “123456” como senha. Se esse dado por si só já é preocupante, metade dos usuários pesquisados usavam a mesma senha para e-mail e outros serviços. Se imaginarmos que o e-mail é por onde recuperamos a maioria das senhas, temos a ideia de como é fácil para um cibercriminoso obter dados pessoais e cometer fraudes.

O usuário deve usar uma senha para cada serviço na internet, contendo ao menos 8 caracteres, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Além disso, é recomendável usar um segundo fator de autenticação, normalmente um app que oferece códigos randômicos que devem ser inseridos com as credenciais. Para facilitar a gestão das senhas que se acumular com os múltiplos serviços utilizados, pode-se usar um cofre de senha, recurso que mantém todos os dados armazenados de maneira segura, preenche automaticamente formulários e demanda uma única senha mestra.


Fonte: TI Inside

A nuvem não é mais uma mera ferramenta, mas uma plataforma fundamental e até mesmo obrigatória para o desenvolvimento de empresas, já que responde às três grandes questões de TI neste momento: segurança, dados e local de trabalho.

Isto é confirmado pelo fato de que é cada vez mais raro ter de convencer as pessoas sobre a relevância da nuvem. Se algumas ainda precisam, geralmente é porque realmente não entendem do que se trata. Nesse caso, a educação é fundamental: projetar o conceito da nuvem e sua operação, executar programas piloto e tranquilizar os interessados sobre os aspectos de segurança.

A seguir, uma lista do que é preciso saber sobre o assunto, segundo Steve Rosa, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Globais e Cloud, Infraestrutura e Segurança na Getronics.

É um fenômeno complexo

Embora as pessoas possam pensar que Cloud é fácil, uma vez que todo o processo de migração ocorre em apenas alguns meses, não é nada disso. Na verdade, é um fenômeno muito complexo, pois deve ser extremamente confiável e seguro, mas ao mesmo tempo adaptar-se à crescente necessidade de flexibilidade e mobilidade, tanto em termos de dispositivos como de acesso a serviços.

Na verdade, a nuvem está se tornando mais complexa a cada dia devido à inovação contínua e aos novos recursos desenvolvidos diariamente. Além disso, e isso às vezes é esquecido, a nuvem não é um produto acabado, é simplesmente uma plataforma na qual aplicativos e soluções são criados.

Portanto, a migração para a nuvem não é um ponto final, mas o começo. Como tal, a nuvem requer habilidades e conhecimentos que as empresas tradicionais não costumam ter internamente. A opção lógica, nesse caso, é usar um provedor de serviços externo, como a Getronics, que pode ajudar na transição para a nuvem e gerenciá-lo quando tudo estiver funcionando, o que é conhecido como “serviços gerenciados”.

É preciso tomar decisões corretas e gerenciar custos

Na Getronics, por exemplo, todas as ofertas envolvem Cloud de alguma maneira. Nossa ambição é acompanhar ativamente e guiar as empresas em seus esforços, ajudando-as a tomar as decisões certas antes e durante o processo de migração. Depois de concluído, continuamos a fornecer conselhos permanentes, propondo novos recursos, soluções e inovações com base em suas necessidades específicas, enquanto – e isso é crucial – gerenciamos os custos.

Usamos nosso conhecimento e experiência para fazer com que algo tão complexo quanto a nuvem pareça simples, unificando as várias ofertas disponíveis no mercado e oferecendo apenas as melhores soluções de cada tipo. Isso também precisa ser convincente e educacional, pois envolve vários níveis e processos dentro da empresa: TI, governança, segurança e compliance, faturamento, relatórios, alinhamento do cliente com o cliente final etc.

A aquisição da Managed Cloud da Colt, em abril de 2016, foi muito importante a este respeito: ela nos deu acesso ao know-how e infraestrutura com os quais operamos atualmente na Europa, ao mesmo tempo em que nos forneceu uma base de clientes, uma força de trabalho qualificada e, portanto, credibilidade.

As três fases da migração

Geralmente, a migração para a nuvem é feita em três etapas. Na primeira, há o “levantamento e a mudança” da infraestrutura e das aplicações existentes nas infraestruturas de TI tradicionais (herdadas ou nas instalações) para a nuvem e a adoção de novos serviços adjacentes disponíveis na nuvem. Isso é o que a maioria das empresas alcançou, o que permite bom desempenho e serviços, oferecendo benefícios e custos imediatos, ampliando o escopo em termos de perspectiva, capacidades e características: IA, big data, IoT, análise de dados.

A segunda etapa consiste em observar mais de perto o panorama das aplicações das empresas: qual é a situação e como elas podem tirar vantagem da nuvem ainda mais ao mudar ou redesenhar as aplicações? Isso significa modernizar os aplicativos para que eles possam usar novas ferramentas ou recursos oferecidos pelos provedores de nuvem. Um dos óbvios é os serviços de banco de dados, nos quais sistemas de servidores mais tradicionais são substituídos por serviços de bancos de dados relacionais (ou não) ou serviços analíticos de nuvem pública.

Através do terceiro estágio, o front-end é revisado e os serviços oferecidos são alterados graças às aplicações. É nesse ponto que as empresas podem realmente começar a tirar proveito dos novos recursos, desenvolvendo módulos e capacidades em suas aplicações, como por exemplo análise de dados. Dependendo do contexto da empresa, os estágios podem ser abordados de maneira diferente.

Nuvem privada ou pública?

Um elemento importante ao migrar para a nuvem é a escolha entre uma nuvem privada (hospedada pela própria empresa) e uma nuvem pública (hospedada e gerenciada por um provedor externo). Embora a nuvem pública frequentemente pareça ser a solução mais fácil, ela não é a resposta para tudo e vem com certas “armadilhas” que devem ser mantidas no radar.

A orientação especializada é, portanto, crucial. Em qualquer caso, a decisão deve sempre ser tomada com base no contexto e em uma série de critérios específicos, que vão desde o custo até o cenário geral das aplicações e infraestrutura de TI, regulamentação, necessidades de segurança.

No momento, estamos transformando a Getronics em um fornecedor de várias nuvens, apenas porque queremos oferecer a nossos clientes a liberdade de escolher com uma experiência de nuvem unificada, sem atrito e simples.

Nos últimos tempos, testemunhamos o que é conhecido como “repatriação da nuvem”, quando as empresas decidem retornar da nuvem pública para soluções privadas ou até mesmo para infraestruturas locais. Em geral, isso ocorre devido a razões de custo ou segurança: se você não gerencia seus negócios adequadamente na nuvem pública, é quase certo que você sofrerá violações de dados, ataques e/ou faturas altas. O que novamente destaca a importância de um parceiro forte e confiável.

Em termos de segurança, o oposto também é verdadeiro: quando gerenciada adequadamente, a nuvem pública é um dos ambientes mais seguros para dados confidenciais da empresa, com diferentes camadas de proteção adicionadas ao envelope de segurança dos provedores: autenticação dois fatores, firewalls, utilitários anti-intrusão. Manter esses altos níveis de segurança é uma questão de investimento e capacidades.

O que esperar do futuro

Em um futuro próximo, a Getronics espera, em primeiro lugar, um grande progresso na área de aplicações. À medida que novas funções e possibilidades surgem e a educação das pessoas sobre a nuvem melhora, os novos casos de uso permitirão que as empresas operem melhor e de maneira mais inovadora. Só então começaremos a entender o verdadeiro alcance das possibilidades oferecidas pela nuvem.

Para mim, tudo isso está ligado às três “grandes questões” de TI neste momento: segurança, dados e local de trabalho. Para cada um deles, Cloud pode ser uma resposta muito boa.


Fonte: IT Fórum 365

Os dados consideram-se o novo petróleo. Portanto, a área de marketing precisa usá-los estrategicamente para engajar o consumidor 4.0

Conhecer os clientes e construir relacionamentos têm sido princípios básicos para o bom andamento dos negócios em todo o mundo. Estamos na era da hiperconectividade e você, com toda certeza, já deve ter ouvido falar em Big Data, inteligência artificial (IA), CRM, ‘machine learning’, Google analytics, ‘business intelligence’, entre inúmeros outros termos e ferramentas que se valem da análise de dados para impulsionar resultados nos mais diferentes setores. E, caso ainda não esteja familiarizado com o ‘data science’ na gestão da sua empresa, esse é um bom momento para começar.

O mercado está cada vez mais focado em entender a jornada do cliente e sua experiência de compra. Afinal, a razão para aquela grande ideia de negócio ter nascido é a satisfação do público-alvo, seja na entrega de um produto ou de um serviço. Avanços tecnológicos, como a inteligência artificial e o machine learning, vêm transformando as estratégias de atração e relacionamento com clientes.

A utilização de análise de dados no marketing possibilita aprimorar processos, obter ‘insights’ preciosos para analisar grandes volumes de dados e tomar decisões estratégicas com o objetivo de aumentar as vendas e o ROI, fidelizar clientes e aprimorar a experiência do usuário, por exemplo. Essa nova era do marketing, conhecida por ‘data driven’, está colocando em cheque o trabalho das agências de publicidade tradicionais – que não estão preparadas para tamanha complexidade.

Companhias que analisam seus dados conseguem responder rapidamente a mudanças do mercado, prever padrões de comportamento e prevenir riscos com mais agilidade. Analisando dados, as empresas aumentam as possibilidades de entender o cliente e responder às suas necessidades, o que leva ao crescimento.

Essas informações podem ser coletadas em diferentes lugares, como redes sociais, sites de pesquisa, e-mail, newsletters, fóruns, aplicativos e ‘gadgets’. Ao acessar um site, os ‘logs’ de acesso e de visualização ou de cliques do usuário mostram seu ponto de interesse. Quando ele faz uma compra online, é possível construir um histórico de estatísticas que mostra hábitos de consumo. Por meio dos comentários – positivos ou não – em redes sociais, ele registra uma percepção sobre aquela marca/serviço.

Porém, não é uma tarefa simples agregar valor a essa infinidade de dados, de forma que tenham sentido para gerar negócios de relevância. É preciso analisar as informações de forma inteligente, com as ferramentas e a abordagem certas para formular ‘insights’ – o ‘data science’ nada mais é do que um estudo metódico dos dados e informações referentes a um negócio, abrangendo diversas perspectivas sobre um determinado assunto.

Os profissionais de marketing – e de outras áreas – têm percebido a importância de entender métodos básicos de ciência de dados para se comunicar com as equipes de análise e avaliar as oportunidades. Atualmente, tudo o que é feito nos canais de mercado transforma-se em informação valiosa para estabelecer um padrão que caracterize o cliente certo para determinado negócio.

Está mais do que comprovado que o mercado, hoje, se baseia em números para crescer, e as companhias não podem mais focar seu planejamento e gestão em suposições. São esses dados, concretos e bem analisados, que serão de grande valia para a validação do modelo de negócio e para indicar para onde devem ser direcionadas as estratégias para que a satisfação, o engajamento e a fidelização do público-alvo sejam alcançados.


Fonte: IT Fórum 365

Tecnologias inovadoras permitem que as empresas ajam de maneira preventiva, garantindo maior acuracidade em momentos de incerteza

A indústria mundial está em acelerado processo de transformações tecnológicas e de modelos de negócios. Digitalização, internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA) machine learning e big data são algumas das mudanças em curso que trazem inúmeros benefícios para empresas e consumidores ao redor do mundo. No Brasil, especificamente, percebemos que ainda existem muitos gargalos entre os avanços da indústria e as políticas internas que regem o sistema.

Um dos temas que têm repercutido bastante no mercado é a lei 13.703/18, referente ao tabelamento de fretes, que foi criada após a paralisação dos caminhoneiros em maio de 2018. A nova lei trouxe muitos impactos e controvérsias dentro do ambiente econômico e prejuízos bilionários em setores como o agronegócio, por exemplo. Entidades do setor, como Abiove e Anec, estimaram perdas de R$ 500 milhões por dia durante a safra de soja. Para a economia como um todo, as perdas foram estimadas em R$ 53 bilhões, segundo estudo elaborado pelo economista Armando Castellar, da FGV.

Em uma análise mais profunda e histórica do Brasil, podemos constatar que a nova norma é apenas a ponta do iceberg. De acordo com a pesquisa, ‘Custos logísticos no Brasil’, realizada pela Fundação Dom Cabral (FGV), a malha rodoviária utilizada para o escoamento da produção no País é de 75%, seguida da marítima (9,2%), aérea (5,8%), ferroviária (5,4%), cabotagem (3%) e hidroviária (0,7%). Com isso, podemos constatar como fato que os governantes brasileiros não priorizaram adotar outros tipos de sistema de transporte, optando por projetos de curto prazo, o que gerou um grande impacto para o transporte nacional e total dependência do transporte rodoviário.

Decisões de gestores governamentais e empresariais em mais de 50 anos priorizaram os investimentos em rodovias e em veículos automotivos. Além disso, o combustível do transporte rodoviário é muito caro e sofre cotidianamente as oscilações internacionais, que são, muitas vezes, incontroláveis, imprevisíveis e repentinas. As variações do dólar e do preço do barril de petróleo também impactam diretamente no custo de tudo que se move no País, afetando toda a cadeia produtiva e, principalmente, em toda a economia brasileira.

Ainda segundo a Fundação Dom Cabral, as companhias gastaram, em média, 12,37% do seu faturamento bruto com custos logísticos no Brasil em 2017. Das 20 principais economias do mundo, o maior custo está no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, as empresas despenderam 8,5% do faturamento e na China 10%.

Graças ao avanço tecnológico, muitas empresas já aplicam as inovações da logística 4.0 em suas cadeias de suprimentos. As novas soluções trazem uma grande alavanca para o crescimento da eficácia operacional das empresas, contribuindo para o aumento da satisfação dos clientes, melhor gestão de estoques, redução de vendas perdidas e custo na cadeia, gestão de produção sustentável, entre outros. Ou seja, a integração de tecnologias de ponta e novos modelos de operação já são inevitáveis para a competitividade das empresas.

Neste cenário, o Brasil não conseguiu acompanhar o ritmo desta evolução na cadeia de suprimentos e nem considerou toda a complexidade bem conhecida na gestão da máquina do País. Hoje, podemos dizer que o Brasil já iniciou a superação da profunda recessão econômica e crise política.

Em 2019, as perspectivas para o crescimento da nossa economia são positivas. No encontro anual do Fórum Econômico Mundial (FEM), em Davos, na Suíça, foi apresentado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) uma expectativa de crescimento de 2,5% para este ano. O desempenho da indústria este ano também será melhor que em 2018. O Produto Interno Bruto (PIB) – a soma das riquezas produzidas no País em um ano – crescerá 2,7%. Mas, essas estimativas só se confirmarão se o novo governo fizer o ajuste nas contas públicas, avançar nas reformas estruturantes, como a previdenciária e a tributária, e adotar medidas para melhorar o ambiente de negócios, entre as quais estão a desburocratização, alerta a Confederação Nacional da Indústria.

Em meio a este cenário, as empresas precisam se adaptar à realidade brasileira e, ao mesmo tempo, acompanhar as tendências mundiais para se manterem competitivas e atenderem seus mercados com excelência.

Atualmente, existem no mercado tecnologias robustas de tomada de decisão, que conseguem enxergar as necessidades das empresas, além de oferecer uma solução de ponta para que seus líderes possam tomar decisões assertivas, por meio dos diversos cenários enfrentados pelas complexas cadeias de suprimentos. Com essas soluções, organizações de diversos segmentos pelo mundo já obtêm como resultados grandes melhorias em custos, serviços, sustentabilidade e mitigação de riscos. Os clientes podem comprovar uma melhoria de 10% a 30% na acuracidade de suas previsões, já que contam com tecnologias de ‘machine learning’, modelo de reconhecimento avançado de dados e propriedade na nuvem com milhões de fatores causais externos.

Outra solução de destaque é o modelo conhecido como ‘digital twin’, capaz de combinar dados digitais e operacionais de ativos industriais com uma plataforma de software, simulação e análise para obter informações sobre operações presentes e futuras. Segundo pesquisa do Gartner envolvendo 24 organizações dos ‘Top 25 Supply Chain de 2018’, as empresas perceberam que, por meio da criação de um ‘digital twin’ em sua cadeia de suprimentos, é possível unir análises mais avançadas ao seu sistema de planejamento de gestão da cadeia de suprimentos (supply chain, em inglês) e modelos de funcionalidade, todos juntos em uma única plataforma centralizada. Dessa forma, a ferramenta promove uma visão muito mais completa das operações do processo e permite maior agilidade em momentos de incerteza.


Fonte: IT Fórum 365

Entre os principais setores que movem a economia dos países em todo o mundo, o varejo é sem dúvida o mais dinâmico. Por focar em um público extremamente antenado e com demandas bastante específicas, o cliente final, as empresas de varejo têm de se reinventar constantemente para garantir a satisfação dos consumidores, ao mesmo tempo em que precisam assegurar a continuidade aos negócios.

No Big Show NRF Retail 2019, evento focado em varejo do mundo, realizado todos os anos em Nova Iorque (EUA), foram apresentadas diversas tendências que devem guiar as empresas varejistas, em especial na relação Negócios, Consumidores e Inovação.

Elenco aqui alguns dos principais pontos destacados no evento, que devem ter grande impacto no varejo:

1. A loja física não morreu: E está com força total para ajudar as empresas a reforçarem seus market shares. A mudança está no formato. No evento, a estratégia que grandes varejistas, como exemplos do Carrefour e do Wallmart, têm adotado, de pequenas lojas de bairro cheias de tecnologia, como reconhecimento fácil, pagamentos remotos (NFC – Near Field Communication), uso de predições analíticas (Analytics) etc., tem se mostrado eficiente, tanto para vendas diretas como para servirem de vitrine para o e-Commerce.

2. Mais tecnologia e lojas sem filas: A tecnologia de pagamento remoto Near Field Communication (NFC) foi um dos grandes destaques do NFR, por mudar a realidade das compras ao eliminar as filas de caixa. Gigantes do varejo, com a Amazon, já estão investindo para popularizar o NFC e torná-lo mais eficiente. Outros recursos, como bots de atendimento e uso de dados, também estão ganhando o mercado, a fim de agilizar os processos de vendas, refletindo em mais comodidade para os consumidores. Afinal de contas, time is Money!

3. O todo-poderoso Omnichannel: Seja nas redes sociais, por e-mail ou telefone, os consumidores querem ser ouvidos e exigem respostas rápidas e assertivas. No meio desse turbilhão, as empresas varejistas têm de se virar para atenderem todas as demandas em tempo hábil, e as tecnologias, como o Costumer Relationship Management), estão se tornando essenciais para dar conta dos atendimentos nas mais diversas plataformas.

4. Serviço padrão, atendimento exclusivo: Não é novidade que o cliente deseja se sentir único, especial e desejado. O desafio é garantir que toda forma de atendimento cumpra esses requisitos. No NRF 2019, a experiência do consumidor na era da Transformação Digital foi amplamente discutida, e ficou claro que as novas tecnologias, como Big Data e Analytics, somadas a softwares de reconhecimento facial e de CRM, terão papel importante para tornar o consumidor o centro das atenções.

Mas antes de sair investindo nas últimas novidades para varejo, é preciso planejar e instruir muito bem os colaboradores e fornecedores em relação à utilização desses recursos. De outra forma, serão apenas mais um gasto, ou pior, um risco para os negócios, já que quando mal aplicadas, as novas tecnologias podem criar brechas de segurança capazes de expor dados dos clientes, da empresa e até dos colaboradores, por exemplo.

Diante desse cenário, o mais indicado é contar com um parceiro que tenha expertise para ajudar na transformação do seu negócio. Não perca mais tempo, e corra em direção ao futuro.


Fonte: Computer World

O recurso será essencial para as organizações terem ganho competitivo.

A cada ano fica mais evidente a importância que as novas tecnologias passam a ter na condução de novos negócios e no próprio relacionamento entre empresas e consumidores. Em 2019, a aplicação de Big Data Analytics deve ganhar outros contornos por pavimentar a nova revolução industrial (conhecida como Indústria 4.0) e como as pessoas irão se relacionar com os dispositivos eletrônicos e sua conectividade a partir da telefonia móvel de quinta geração (5G). Tudo isso irá exigir das empresas uma grande capacidade de analises massivas das informações.

É uma situação que realmente faz com que as corporações busquem alternativas para dar conta desta demanda. Uma pesquisa conduzida pela Forrester Consulting mostra que 44% dos profissionais entrevistados acreditam que o aumento na variedade dos dados não estruturados são um desafio significativo no dia a dia do trabalho. Mesmo assim, o estudo aponta que 90% das empresas devem utilizar insights de negócios orientados por essas informações até 2020.

Utilizar dados para embasar decisões estratégicas dentro de uma empresa não chega a ser uma tendência no ambiente corporativo, mas uma necessidade conforme o volume de informações aumenta. O ano de 2019, por exemplo, promete antecipar algumas mudanças significativas, incluindo a entrada de soluções de Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR) dentro das corporações, além da consolidação de tecnologias como Inteligência Artificial, Internet das Coisas e ferramentas em nuvem. Mais equipamentos representam mais pontos de contato no dia a dia da empresa e, consequentemente, novos dados que resultam em relatórios mais complexos e detalhados.

Se antes a análise de dados era restrita apenas às grandes corporações que conseguiam lidar com a quantidade massiva de informações, hoje grandes e pequenos empreendedores devem utilizar soluções em Big Data para extrair insights em qualquer tomada de decisão – não há mais espaço para intuição e “achismo” dentro da empresa. Com a entrada de novas ferramentas tecnológicas, os profissionais conseguem explorar novos conceitos, como análises preditivas, que ajudam a identificar um possível comportamento de compra dentro de seu público-alvo, e até Dark Data, que são informações que costumam ser “ignoradas” na hora de realizar as diferentes análises, mas que podem acrescentar uma nova visão dentro da organização.

Com uma importância cada vez maior, os dados se transformaram em ativos importantes para os empresários – o que exige grande preocupação e cuidado por parte dos profissionais. Recentes escândalos de vazamentos de informações em marcas símbolos da Internet, como o Facebook e Google, reforçam a necessidade de proteção e de investimento em segurança digital, principalmente com criptografia e ferramentas de predição. Não há nada pior para uma empresa do que ver suas informações valiosas caírem em mãos erradas, arranhando a confiança na marca e, principalmente, reduzindo o efeito de suas análises no futuro.

Com um cenário de intensa competitividade em todos os setores, investir em análise de dados é o “atalho” que pode levar sua empresa ao crescimento econômico e consolidação no mercado. Afinal, quanto mais informações o empreendedor tiver em mãos antes de tomar uma decisão, menos risco ele irá correr de fazer uma escolha errada. O segredo, portanto, é conseguir enxergar na quantidade cada vez maior de informações aquelas que realmente acrescentam ao negócio.


Fonte: IT Fórum 365

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