backup de dados | MAIS DADOS DIGITAL

O backup em nuvem já deixou de ser novidade no Brasil. Apesar disso, muitas empresas ainda não adotaram essa tecnologia e contam apenas com computadores, HDs externos e outros equipamentos do tipo para resguardar suas informações.

Tais dispositivos estão sujeitos a fraudes, furtos, perdas e, portanto, não são completamente seguros. Além disso, outra ameaça para os seus dados são as chuvas fortes que provocam quedas de energia, comuns em certas épocas do ano, como em março. Em muitos casos, um servidor simplesmente queima e todos os dados salvos se perdem.

Para livrar as empresas dos riscos que os servidores físicos apresentam, a maisDADOS oferece ao mercado o Backup em Nuvem, a solução que é uma aliada da sua empresa e resguarda a integridade de todos os seus dados em qualquer situação.

Se você ainda não adotou essa tecnologia, leia o post de hoje e entenda a importância de armazenar seus dados em um ambiente seguro, como a nuvem.

Palavras do usuário do Backup em Nuvem

Sentimos que a maisDADOS tem interesse nos problemas dos clientes e, principalmente, em solucioná-los, pois temos sido atendidos prontamente toda vez que precisamos. A velocidade e o tratamento na resposta são os diferenciais da empresa.

Posso resumir os benefícios em uma palavra: tranquilidade. Hoje, fico tranquilo quanto a nossa base de dados, pois os recursos de backup, a agilidade, seriedade no atendimento e a forma descomplicada e ausente de formalidades engessadas, nos traz uma segurança muito grande.”

Pedro Theophilo, da Valente Rodrigues Distribuidora de Alimentícios.

Vantagens do Backup em Nuvem

Manter a segurança de dados é um grande desafio que exige investimentos constantes e, definitivamente, precisa ser encarado como uma prioridade pelas empresas.

Em um cenário em que a informação é o patrimônio mais importante de qualquer organização, o maior benefício do Backup em Nuvem é, assim como disse Pedro Theophilo, a tranquilidade que a solução oferece para os usuários.

Aliás, a busca por tranquilidade no armazenamento e segurança de dados é uma tendência do mercado de infraestrutura em TI. Para muito além disso, a solução da maisDADOS também promove confiabilidade, aumento de produtividade, maior desempenho nas rotinas e custos reduzidos.

Levar o Backup em Nuvem para a sua empresa é garantir:

Não corra riscos desnecessários! Armazene seus dados na nuvem

Guardar os dados da sua empresa em servidores físicos é muito arriscado. Além de estarem sempre sujeitos a danos, roubos e perdas, eles são equipamentos que limitam o seu acesso e vão, cedo ou tarde, exigir manutenção.

a nuvem é um ambiente que elimina os riscos e protege as suas informações. O Backup em Nuvem, por exemplo, é uma solução moderna e completa, que garante total segurança e confiabilidade para o seu negócio.

Para saber mais:

Que tal levar o Backup em Nuvem para o seu negócio e sentir a mesma tranquilidade, segurança e satisfação do Pedro, cliente maisDADOS e usuário da solução? Venha bater um papo conosco!

Achar que dados e informação são a mesma coisa é um erro fatal. Informação é o ato de informar, já dado é um registro coletado de alguma forma.

Do mesmo jeito que confundir meio com mensagem, caminho com destino e causa com consequência, achar que dados e informação são a mesma coisa é um erro fatal. Em uma denominação básica, informação é o ato ou efeito de informar, já dado é um registro coletado de alguma forma. Na linguagem técnica, chamamos de bits.

Percebi a necessidade de falar sobre o tema no momento em que, ao mencionar a sua gestão, alguns profissionais de TI entendem que trata-se apenas de backup, restore, banco de dados e performance em transferir dados de um lado para o outro. A dúvida que fica é: será que eles entendem que gerir é olhar para o todo? Quando questiono, a resposta vem sem surpresas: “Sim, e eu já o faço”.

Mudar essa mentalidade é, basicamente, parar de olhar apenas para a tecnologia e focar no negócio como um todo. O primeiro passo, claro, é entender a diferença entre as duas definições. Parece óbvio, mas não é. Antes, a preocupação era apenas em tomar conta dos dados, armazenando e organizando de tantas formas diferentes. Agora a missão mudou.

É preciso processar, interpretar, avaliar e decifrar esses dados, porque a necessidade está na informação. Isso inclui, é claro, também usar tecnologias como Machine Learning, Data Lake, Inteligência Artificial, Data Analytics, BI.

Garantir que a informação flua a ponto de ajudar as empresas a migrarem para o que chamamos de transformação digital é uma tarefa que todos nós estamos aprendendo a fazer. Para isso, ainda que nossas experiências e conhecimentos nos ajudem, não são suficientes. Teremos que fazer com que essas tecnologias tragam informações estratégicas para os negócios.

Não ignore a complexidade da ação, mude o mindset e pare de acreditar em soluções fáceis. Esse é o primeiro passo rumo a jornada da transformação e estamos juntos nesta caminhada.


Fonte: IT Fórum 365

As empresas estão, de fato, preparadas para gerenciar e proteger seus dados com mais inteligência, a fim de garantir o sucesso do negócios?

Ainda neste ano, duas grandes multinacionais com atuação no Brasil foram destaques na mídia por pararem suas operações devido a um ransomware. Uma delas, conhecida fabricante de alumínio, operou manualmente durante dias, enquanto a outra, do setor de automação, também trabalhou com restrições em seus serviços durante dias em todas as suas 76 unidades ao redor do mundo, incluindo a brasileira. O fato me fez pensar sobre o quanto as organizações evoluíram desde que esse tipo de ataque cibernético se popularizou globalmente nos últimos anos, e o quanto as empresas estão, de fato, preparadas para gerenciar e proteger seus dados com mais inteligência, a fim de garantir a continuidade dos negócios.

O ransomware, se tornou mundialmente conhecido por meio do Wannacry em maio de 2017. Naquele ano, em um único dia, mais de 300 mil vítimas em cerca de 150 países, tiveram seus sistemas afetados, até que o resgate solicitado por cibercriminosos fosse pago. O acontecimento foi considerado um marco para as áreas de Segurança da Informação (SI), que entenderam a importância de estarem alinhados com os departamentos de TI, para manterem seus negócios em atividade.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção, na época, foi o fato de a grande maioria das organizações ter falhado em um quesito fundamental, como o backup, e o quanto as áreas de TI, SI e negócios estavam desalinhadas. Com toda a certeza, quando há uma estratégia de backup coordenada com uma ação de Disaster Recovery (DR), os impactos para os negócios são mínimos em caso de incidente e de uma possível paralisação das operações. E o melhor é que tudo isso pode estar diretamente integrado a uma tecnologia de gerenciamento de dados.

Não é de hoje que os dados vêm se tornando cada vez mais relevantes para as empresas. Atualmente, são eles os principais ativos das companhias. Não é à toa que os países, preocupados em proteger tais informações, estão criando e impondo boas práticas às organizações públicas e privadas, vide GDPR na Europa e LGPD, a entrar em vigor em 2020 no Brasil.

Essa relevância é uma prova clara de que os dados são valiosos e devem ser protegidos de forma adequada, independentemente de onde estejam alocados, seja on premise, na nuvem ou em um ambiente multicloud. Se antes o custo de armazenamento e gestão de dados era um dos principais obstáculos para as empresas, hoje não é mais. Os modelos de contratos evoluíram muito de lá para cá, tornando tais ações imprescindíveis para todas as organizações que desejam restabelecer rapidamente suas operações em caso de incidentes.

Não podemos falar em ransomware sem pensar em uma abordagem proativa e totalmente integrada a outros recursos. Firewall e antivírus são importantes, claro, mas a implementação de soluções de backup e de disaster recovery, aliadas às tecnologias de gerenciamento de dados, são essenciais para trazer mais agilidade e proteção aos dados corporativos. Além disso, a regra clássica do 3-2-1 é crucial para proporcionar um ambiente mais seguro. Esse conceito pode ser aplicado em qualquer cenário de falha e é válida para todos os ambientes virtuais, não importa qual hypervisor você usa. Resumidamente, ela consiste em ter pelo menos três cópias dos seus dados, armazená-las em duas mídias diferentes e manter uma cópia de backup fora do site.

A educação, claro, é outro aspecto primordial nesse processo. É imprescindível que as organizações estabeleçam programas recorrentes de conscientização em Segurança da Informação, especialmente com o intuito de tornar todos os colaboradores responsáveis pela segurança de seus dados, não apenas um departamento especificamente. É claro que, tecnologias são essenciais, mas o fator humano continua sendo ainda uma das principais porta de entrada de ameaças nas empresas, capazes de comprometer as operações corporativas.

Atualmente, existem diversas soluções multifuncionais que fornecem armazenamento, gerenciamento e proteção a todos tipos de aplicativos e dados. Em caso de falhas e ataques, a recuperação de informações pode levar segundos ou minutos, não mais dias ou horas. E o mais importante é que as tecnologias de hoje possuem processo automatizado, executa backups contínuos e ainda emitem relatórios com a visibilidade total do ambiente, mostrando quais dados estão protegidos e onde. Isso garante à empresa que ela está preparada para operar mesmo em situações adversas. Em tempos de LGPD, ataques cibernéticos complexos e um mercado tão competitivo, correr o risco de ter suas operações paralisadas pode ser fatal.


Fonte: IT Fórum 365

Dados bem protegidos e disponíveis sempre que a sua empresa precisar.

A MAIS DADOS DIGITAL criou uma solução de proteção de dados efetiva e eficaz, que utiliza um software líder de mercado. A tecnologia é ideal para armazenamento remoto de informações de pequenas, médias e grandes empresas, com total segurança, confiabilidade e ótimo custo-benefício.

Em casos de sinistros como incêndio, roubo e danos físicos na infraestrutura de servidores, suas informações ficarão protegidas em um ambiente remoto e replicado mundialmente e a continuidade do seu negócio garantida.

Benefícios:

Para o ambiente corporativo, a segurança de dados é fundamental para manter as informações protegidas e livres de invasões ou perda.

A segurança de dados consiste na proteção das informações diante de ameaças acidentais ou intencionais, de roubo, destruição ou modificação sem autorização; para o ambiente corporativo, a segurança de dados é fundamental para manter as informações protegidas e livres de invasões ou perda. Um estudo revelou que cerca de 65,18% das empresas brasileiras já tiveram problemas de segurança, dos quais, os mais comuns são: infecção por malware; exploração de vulnerabilidades, graças à falta de de atualizações, configurações mal feitas, redes desprotegidas, softwares com falhas, entre outros; phishing, tipo de ataque que acontece por meio de fraude eletrônica; acesso indevido, fraude interna e indisponibilidade.

Existem, como padrão, três atributos que conduzem a análise, o planejamento e a implementação dos processos que garantirão a segurança de dados de uma empresa, sendo: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A confidencialidade é a imposição de limites de acesso à informação, ou seja, apenas pessoas e entidades autorizadas poderão acessar, processar e modificar os dados; integridade, por conseguinte, é a garantia de que as informações que estão sendo manipuladas manterão suas características originais; e a disponibilidade diz respeito à garantia de que os dados estarão sempre disponíveis para uso legítimo, logo, os autorizados pelo detentor dos direitos terão sempre acesso às informações.

Além desses princípios, há outros três que complementar a segurança da informação: a autenticidade, conformidade e irretratabilidade. A autenticidade permite que os dados que foram gerados de uma determinada fonte não sofram mutações ao longo do processo; a conformidade tem o objetivo de garantir que o sistema siga as regras, leis e normas impostas; e a irretratabilidade impossibilita a negação de autoria de uma transação feita anteriormente.

Diante disso, é importante que as empresas entendam a importância de adotarem a segurança de dados dentro para proteger suas operações e, para isso, há dez motivos que podem ajudar a tomar essa decisão:

1. Proteção dos ativos da empresa

Seja um negócio de pequeno, médio ou grande porte, as informações dentro do ambiente corporativo devem ser vistas como patrimônio da empresa. Dessa forma, as organizações devem proteger seus dados, principalmente, aqueles que dizem respeito às informações do cliente, fornecedores, cotações de produtos e serviços, propostas de preço, parcerias, relação de comprovantes e impostos já pagos, entre outros. A segurança de dados, nesse âmbito, entrega maior proteção para as empresas que não querem correr o risco de perderem esse patrimônio.

2. Cumprimento da ética

Quando as empresas são responsáveis por guardar informações de clientes, fornecedores e de outras empresas, elas precisam assegurar mais proteção aos dados. Por se basear no princípio da conformidade, a segurança de dados garante que a empresa protegerá as informações de terceiros com compromisso e ética.

3. Redução de riscos

Um dos principais benefícios obtidos com a segurança de dados é a redução de riscos, ou seja, a minimização de vulnerabilidade frente a invasões de malwares, redes desprotegidas, sistemas desatualizados, entre outras ameaças que colocam em risco a proteção de dados.

4. Melhoria no gerenciamento de riscos

Além de reduzir os riscos, a segurança de dados ainda garante uma melhoria no gerenciamento desses riscos, ou seja, os gestores conseguem entender melhor quais operações estão suscetíveis a ameaças e, com isso, tomar decisões para impedir que as informações fiquem desprotegidas.

5. Restrição de acesso aos dados

Restringir dados é outro benefício importante que a segurança de dados entrega para as empresas. Nesse caso, os detentores de direito das informações podem escolher quais funcionários terão acesso ao banco de dados, protegendo o patrimônio da organização.

6. Backups constantes

Um dos problemas mais comuns em empresas é o da perda acidental de dados. Isso ocorre, muitas vezes, pela não realização de backup das informações, o que faz com que a organização fique sem seus dados em casos de desastres, por exemplo. A segurança de dados, ao contrário, realiza backups automáticos e constantes que mantêm todas as informações protegidas e livres de desastres.

7. Confiabilidade

O fato de as informações de outras empresas, fornecedores e clientes estarem mais protegidos faz com que a empresa gere mais confiança em suas negociações. Assim, a segurança de dados, além de proteger as informações de terceiros, gera mais credibilidade para a organização.

8. Integridade

Assim como a empresa ganha mais confiança ao proteger seus dados, ela também ganha mais integridade ao repassar esses dados ou usá-los para futuras análises, já que o princípio da integridade garante que todas as informações geradas terão suas características iniciais mantidas.

9. Retorno do Investimento

Com uma segurança de dados que garanta a proteção das informações de terceiros, além dos benefícios citados acima, a empresa consegue obter um retorno do investimento, possibilitando um maior crescimento de suas operações.

10. Vantagem competitiva

Ter vantagem competitiva é um desejo de qualquer empreendedor e, com a segurança de dados, isso é possível, graças à confiabilidade que a empresa passa a oferecer para os clientes, ganhando, em troca, destaque no mercado.


Fonte: IT Fórum 365

Para garantir o ótimo aproveitamento das soluções de TI implementadas é precisos pensar também no backup

Quando falamos em backup e restauração no mundo corporativo sabemos que as empresas investem altas cifras em equipamentos, softwares e contratos de manutenção. O objetivo é contar com esses recursos para recuperar desde um e-mail apagado indevidamente até um arquivo corrompido ou um serviço crítico depois de uma falha ou desastre.

Sabemos que as empresas devem manter sempre seus ambientes atualizados. Não estou falando aqui de atualização tecnológica de hardware ou aquisição de novas soluções de armazenamento de disco ou fita, mas, sim, da modernização do software de backup utilizado pelas empresas. Por si só, essa providência já traria ganhos com correções, aumento da segurança e novas funcionalidades que poderiam fazer a diferença no dia a dia das empresas. Mas nem todas as organizações se preocupam com isso, e dessa forma passam a conviver com bugs e um ambiente vulnerável. Muitas delas não contam com as funcionalidades constantemente lançadas pelos fabricantes de soluções, que podem reduzir significativamente o tempo de ‘backup’ ou recuperação e gerar economia de espaço de armazenamento. Há casos em que a empresa, mesmo com o contrato de suporte ativo com o fabricante, não consegue usufruir desse recurso por não contar com um ambiente em uma versão suportada pelo fabricante

Isso não significa que é preciso atualizar o software no mesmo dia em que a atualização for disponibilizada – a menos que alguém esteja dependendo disso para uma correção que cause impacto no ambiente ou por uma nova funcionalidade em que seja imprescindível sua utilização. Caso contrário, o ideal é aguardar por um período de dois a três meses e acompanhar se a nova versão é estável.

A recuperação instantânea, por exemplo, é um recurso que está presente nos principais softwares de backup do mercado. Possibilita restaurar o ambiente completo em questão de minutos, reduzindo o tempo de indisponibilidade e diminuindo possíveis prejuízos financeiros. Ainda hoje, porém, algumas empresas não se apoiam em uma solução como essa e perdem um longo tempo enfrentando problemas que geram insatisfação dos clientes internos ou externos.

Acredite, essas situações acontecem e não são raras de encontrar. As justificativas são muitas: falta de tempo dos profissionais para se dedicar a essa atividade, pouco conhecimento técnico da equipe para realizá-la, baixo orçamento financeiro, gestão que não prioriza essa questão, entre outras.

O fato é que as empresas que deixam seus ambientes obsoletos acabam perdendo duas vezes: uma ao pagar pelo software e pela manutenção, e outra em não tirar proveito das correções e novas tecnologias que, além de oferecer maior segurança e confiabilidade, poderiam atender às demandas de proteção e recuperação de seus dados com mais agilidade.


Fonte: IT Fórum 365

Algumas tendências envolvem a necessidade de maiores conhecimentos tecnológicos, métricas de prontidão de recuperação, adoção da nuvem para cargas de trabalho de TI, privacidade, Inteligência artificial e machine learning

2018 foi um ano transformador para o mercado de armazenamento de dados, principalmente, pela implantação do GDPR na União Europeia, o que acabou motivando outros países e regiões a voltarem seus olhares sobre como os dados de seus cidadãos são gerenciados.

Diante desse cenário, a Commvault, empresa mundial em backup, recuperação e arquivamento de dados em ambientes híbridos, destaca as principais tendências que devem ocorrer no mercado de TI em 2019, relacionadas a gerenciamento de dados.

1. Conhecimentos tecnológicos e lacunas de tempo dificultarão a transformação digital

As organizações que continuarem a utilizar os métodos tradicionais para atender as necessidades modernas e transformadoras dos negócios digitais irão enfrentar grandes obstáculos em 2019. Habilidades de TI que perpassam a TI tradicional e a nova TI híbrida vão se tornar cada vez mais raras.

Novas medidas de compliance e governança, juntamente com uma crescente monetização de ataques de malware/ransomware, continuarão a pressionar as organizações de TI e a forçar as operações a atender com êxito as necessidades de transformação digital. Sem a consolidação de soluções pontuais desconectadas no gerenciamento de dados e em todas as áreas de TI, os esforços de transformação digital ficarão paralisados, especialmente, quando a computação em nuvem se tornar padrão para o crescente empreendedorismo digital.

2. Métricas de prontidão de recuperação irão se tornar tendência em RFPs de tecnologia

Os fornecedores de tecnologia devem estar preparados para atender aos requisitos de prontidão de recuperação como principal requisito em uma RFP para soluções de tecnologia. As exigências para manter os serviços ativos e disponíveis para seus consumidores continuarão a amadurecer e se tornarão parte dos critérios de compra para aprovar ou reprovar uma solução. Os provedores de soluções precisarão comprovar sua capacidade de atender aos SLAs necessários e serão julgados pela facilidade e simplicidade com que essa métrica consegue ser atendida.

3. Globalmente, 2019 será decisivo para a adoção da nuvem nas cargas de trabalho de TI

As empresas continuarão investindo em iniciativas relacionadas à nuvem, concentrando-se cada vez mais em tecnologias e serviços que permitam transformar a nuvem de um simples local de armazenamento para uma solução que permita novas e mais ágeis formas de trabalhar. Os provedores de tecnologia passarão a oferecer essa agilidade por meio de suporte nativo a vários provedores de nuvem e outras poderosas ferramentas de nuvem. Ambas equipam as empresas com uma única interface para gerenciar aplicações, cargas de trabalho e dados de maneira eficiente, efetiva e responsável, seja em ambientes on-premises ou na nuvem.

Inteligência artificial e machine learning se tornarão requisitos para novas soluções em operações simplificadas
A lacuna existente em habilidades de TI irá exigir que empresas implementem soluções inovadoras para automatizar operações complexas. Machine learning e inteligência artificial se tornarão os principais requisitos para novas soluções de TI com o objetivo de ajudar as empresas a fechar essa lacuna através de operações mais inteligentes e modernas. As empresas de software corporativo forçarão seus fornecedores estratégicos a interagirem com inteligência artificial e machine learning em suas ofertas existentes, afim de fornecer um modelo operacional mais eficiente.

4. O fim dos lagos pantanosos de dados

Na década passada, enquanto os custos de hardware com armazenamento de dados despencavam e as aplicações proliferavam, as empresas costumavam coletar e armazenar o maior volume de dados possível, sem analisar se os mesmos eram importantes ou não. Não conhecer completamente ou entender o que está sendo colocado no repositório de dados (ou lago de dados) é algo insustentável e ineficiente.

O lago de dados começará a desaparecer em favor da tecnologia, a qual pode descobrir onde vivem, montar um perfil e mapeá-los. Dessa forma, é possível reduzir custos de armazenamento e infraestrutura, enquanto se implementa estratégias de dados que podem realmente fornecer insights para melhorar operações, mitigar riscos e trazer novos negócios.

5. A privacidade torna-se uma prioridade

As empresas têm adotado uma abordagem “privacidade em primeiro lugar” para gerenciamento de dados, em virtude de as agências governamentais, frequentemente, citarem empresas por não conformidade com o GDPR e outros regulamentos, como por exemplo a Lei de Proteção de Dados Pessoais no Brasil.

No entanto, os desafios que essas empresas enfrentarão ao tentar integrar práticas recomendadas de privacidade de dados em suas aplicações existentes, bem como novas aplicações para dispositivos móveis, IoT e outras, serão significativos. As empresas precisarão de soluções de gerenciamento de dados automatizadas, baseadas em resultados e inteligência artificial para enfrentar tais desafios, caso desejem implementar políticas robustas de privacidade de dados sem sacrificar a produtividade ou a agilidade.

6. As-a-Service vs Nuvem

As ofertas as-a-Service continuarão a acelerar e uma nova batalha será travada pela carteira de TI. Nuvem vs as-a-Service ou ambos? As soluções on-premises ainda serão uma parte importante da TI, mas o crescimento da mesma continuará acelerando na nuvem por meio de ofertas as-a-Service. Assim, provedores e fornecedores de tecnologia serão forçados a reavaliar suas estratégias para atender seus clientes e, finalmente, os ajudarão a definir e alcançar seus resultados de TI desejados.


Fonte: IT Forum 365

Ações de compliance não devem ser deixadas para o último minuto, mas tratadas com a mesma seriedade que qualquer outra grande decisão estratégica

Um dos assuntos mais discutidos neste ano tem sido a proteção e a privacidade de dados pessoais, especialmente com escândalos do uso indevido de informações de usuários. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada pelo presidente Michel Temer, com novas regras para a coleta e tratamento de dados pessoais por empresas e órgãos públicos, inspirada no GDPR, a lei de proteção de dados da União Europeia.

Uma pesquisa realizada pela empresa de Business Intelligence SAS pouco antes do GDPR entrar em vigor, em maio, constatou que apenas 7% das empresas globais entrevistadas estavam preparadas para cumprir o regulamento a tempo.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) do Brasil, assim como o GDPR, deve ser vista pelas empresas como um passo para uma gestão de dados pessoais mais compreensiva na era moderna. Dessa forma, ações de compliance não devem ser deixadas para o último minuto, mas tratadas com a mesma seriedade que qualquer outra grande decisão estratégica de negócios. Abaixo, seguem algumas dicas para que as empresas cumpram a nova lei.

Conheça seus dados

A LGPD vale para as empresas que coletam dados pessoais, ou seja, informações que podem identificar alguém, seja no universo online, como no offline. Além de dados como nome, RG e CPF, a lei prevê também o tratamento de dados sensíveis, como informações de origem racial ou étnica, de saúde, religião e opinião política. Se cometidas infrações, a empresa corre o risco de pagar uma multa de até 2% de seu faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração. Além disso, os dados tratados irregularmente poderão ser bloqueados ou eliminados e a atividade de tratamento de dados pela empresa poderá ser suspensa ou mesmo proibida.

Muitas vezes, a empresa pode achar que não coleta nenhum dado relevante ou não percebe a amplitude dos dados que têm – dados pessoais, por exemplo, são mais do que só nomes. Portanto, o melhor ponto de partida é simplesmente conhecer os tipos de dados que sua empresa coleta e onde eles estão armazenados. Criar um mapa visual de todos os dados ajuda a organização a construir um quadro abrangente e supervisionar melhor as informações.

Gerencie seus dados

Uma vez que a empresa tenha construído um cenário dos dados relevantes que coleta e armazena, é hora de olhar para quem tem acesso a eles e como eles estão sendo usados. Equipes e departamentos diferentes acessam os mesmos dados de formas diversas e os usam para diferentes propósitos. Seja o time de marketing inserindo dados de possíveis clientes ou a área de RH lidando com dados dos seus funcionários, é essencial que a organização implemente procedimentos padronizados e fluxos de trabalho para lidar com dados pessoais, e que os funcionários só tenham acesso a eles quando necessários para sua função nos negócios. Gerenciar os dados significa ter visibilidade de como eles vivem na empresa, mesmo que não estejam no local. A conformidade com a LGPD também depende de como fornecedores terceiros cumprem a lei.

Proteja seus dados

O terceiro passo para o compliance com a lei é garantir que os controles certos de segurança estejam em ordem para proteger as informações, o que não significa apenas o uso de criptografia. A LGPD requer monitoramento e diligência constantes e uma ação muito mais rápida no caso de uma violação de dados. A tecnologia tem uma papel muito importante nessa jornada, mas não sozinha. É necessário uma combinação de técnicas de segurança, fluxos de trabalho padronizados, educação interna, controle de acesso, soluções de backup, entre outras estratégias.

Documente

Um dos capítulos mais importantes da Lei Geral de Proteção de Dados é sobre os direitos do titular. O texto prevê que o indivíduo tem o direito de corrigir dados, deletar informações desnecessárias e excessivas e revogar o consentimento quando quiser. Os negócios deverão cumprir e comprovar que atenderam a esses pedidos, por isso a visibilidade dos dados é tão crucial. Assim, o cumprimento contínuo da LGPD também requer uma documentação e auditoria de quais dados a empresa está coletando, para qual propósito está sendo usado e por quanto tempo será armazenado.

Melhore sempre

Um dos benefícios de controlar constantemente os processos de proteção de dados é a oportunidade de revisá-los e melhorá-los sempre. Com o mundo digital evoluindo e se expandindo constantemente, é seguro dizer que as responsabilidades sobre privacidade e proteção de dados também continuarão a crescer. Dessa forma, os negócios terão que continuar a melhorar para cumprir com a lei.


Fonte: Computer World

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